surreais ativos – muito bem
Claudio Willer
cjwiller@uol.com.br
http://claudiowiller.wordpress.com/
De: universodapoesia@googlegroups.com [mailto:universodapoesia@googlegroups.com] Em nome de Lucila Maia
Enviada em: segunda-feira, 22 de agosto de 2011 12:55
Para: universodapoesia@googlegroups.com; surrealismo2011@googlegroups.com
Assunto: RES: resumos (blog)/ aragon (breton)/ poema (novo)
Adoreiii, preciso tirar uma foto daquele mendigo da morte, para fazer a comparação com a pintura que lhe falei.
E gostei de muitas imagens poéticas que voce colocou...
Escrevi esse, ainda em processo de criação, como o Willer disse – surrealismo na nossa vida!!!! :
Em volta da mesa
A desunião da azeitona
Aquece o caroço do jovem em conflito
A pizza assombrada
Salta a deriva
Cem pétalas nas pálpebras
A platéia rodopia nas chamas
rosas retorcidas
caem de seus olhos
Lucila Maia, ontem
De: universodapoesia@googlegroups.com [mailto:universodapoesia@googlegroups.com] Em nome de Paulo Ortiz
Enviada em: segunda-feira, 22 de agosto de 2011 12:06
Para: surrealismo2011@googlegroups.com
Cc: y-group
Assunto: resumos (blog)/ aragon (breton)/ poema (novo)
CONTRAMÉTODO Tremo apenas de pensar isso Enlouqueci Começo a conversar comigo mesmo Em alto e bom som Algumas vezes Às gargalhadas Ao fazer longas caminhadas Coisas caem no chão com certas frases Como ele enlouqueceu Subitamente Por uma anã Apenas de pensar que Aos poucos O horizonte pega fogo O pescoço arde Depois de anos e mais anos Estou aqui de novo A mandar beijos aos cães Farejadores Semelhante a eles Estou à procura do verde Tremo Quando Afrodite senta num banco de metrô Atrás de meus amigos Paraliso Ao tentar escrever a letra C O triste abraço de um casal Atrapalha a multidão Hábitos esvoaçam Perto dos templos Intoxicado pela tinta Espero teu nome no obituário Todo santo dia Tremo Tremo apenas O cabelo daquela menina Cascata presa ao topo da cabeça Me enlouquece A bailarina tem seis Dezoito trinta E duas pernas A matemática é mágica O segredo é esse Atravessar a ponte do grito De cabeça baixa Por isso Os loucos gostam de falar Comigo? A mão alheia guarda O calor da hora O cristal dentro do vidro O mendigo da morte Brinca de estátua Quando não é sua vez De reger a rua Ouve Ou vê Os novos maravilhosos Agarrados a um par de sapatos SOU SÃO O sol explode de seu círculo Ele não é Ele não pode ser redondo Como o caixão nunca se fecha Planta pó Planta pó SOU SÃO GRAA Beat Beatrix SOU SÃO Bíblia Babel GRAA GRAA E temo o quanto enlouquecerei mais Daqui pra trás
desculpem ... ! no corpo do texto do resumo disse que ia juntar uma citação de Alexandrian, e esqueci de fazê-lo – segue de novo o resumo, agora completado – esqueçam o anterior, que mandei há pouco, e fiquem com este. abrs Claudio Willer cjwiller@uol.com.br http://claudiowiller.wordpress.com/ |
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