Sim eu lembro do mendigo e vou levar a pintura de que falei de onde vi a morte representada por meio de uma figura semelante àquela que vimos.
Oba, quer dizer que os versos finais estão bons.
O trabalo da galera tá surealizando novas possibilidades, rsrs
Bjs e até quarta
Lucila
De: surrealismo2011@googlegroups.com [mailto:surrealismo2011@googlegroups.com] Em nome de Paulo Ortiz
Enviada em: terça-feira, 23 de agosto de 2011 01:26
Para: universodapoesia@googlegroups.com; surrealismo2011@googlegroups.com
Assunto: Re: RES: poema(s) (novo(s))/ Surrealismo no cotidiano
Boa, Lucila! E valeu pelos comentários bem animados... Só pra esclarecer: "O mendigo da morte/ Brinca de estátua" foi recolhido na última quarta, ao sairmos da aula, como a esmagadora maioria dos meus últimos versos, anotando tudo que rouba os meus olhos no meio da rua. Como o Surrealismo está nessa 'crônica dos pequenos absurdos'! Lucila, gostei bastante dos versos finais: "Cem pétalas nas pálpebras A platéia rodopia nas chamas rosas retorcidas caem de seus olhos"
Escrevi esse, ainda em processo de criação, como o Willer disse – surrealismo na nossa vida!!!! : Em volta da mesa A desunião da azeitona Aquece o caroço do jovem em conflito A pizza assombrada Salta a deriva Cem pétalas nas pálpebras A platéia rodopia nas chamas rosas retorcidas caem de seus olhos Lucila Maia, ontem De: universodapoesia@googlegroups.com [mailto:universodapoesia@googlegroups.com] Em nome de Paulo Ortiz
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